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Exercício de digitação: "Poesias" Alexandre Herculano

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Texto completo para praticar

Exercício de digitação: "Poesias" Alexandre Herculano

feche e comece a digitar
É aqui neste vale, ao qual não chega Humana voz e o tumultuar das turbas, Onde o nada da vida sonda livre O coração, que busca ir abrigar-se No futuro, e debaixo do amplo manto Da piedade de Deus: aqui serena Vem a imagem da campa, como a imagem Da pátria ao desterrado; aqui, solemne, Brada a montanha, memorando a morte. Essas penhas, que, lá no alto das serras Nuas, crestadas, solitárias dormem, Parecem imitar da sepultura O aspecto melancólico e o repouso Tão desejado do que em Deus confia. Bem semelhante à paz, que se ha sentado Por séculos, ali, nas cordilheiras É o silêncio do adro, onde reúnem Os cyprestes e a cruz, o céu e a terra. Como tu vens cercado de esperança, Para o innocente, oh plácido sepulchro! Junto das tuas bordas pavorosas O perverso recua horrorizado: Após se volve os olhos; na existência Deserto árido só descobre ao longe, Onde a virtude não deixou um trilho. Mas o justo, chegando à meta extrema, Que separa de nós a eternidade, Transpõe-na sem temor, e em Deus exulta. O infeliz e o feliz lá dormem ambos, Tranquillamente: e o trovador mesquinho, Que peregrino vagueou na terra, Sem encontrar um coração ardente Que o entendesse, a pátria de seus sonhos, Ignota, por lá busca; e quando as eras Vierem junto às cinzas colocar-lhe Tardios louros, que escondera a inveja, Ele não erguerá a mão mirrada, Para os cingir na regelada fronte. Justiça, glória, amor, saudade, tudo, Ao pé da sepultura, é som perdido De harpa eólia esquecida em brenha ou selva: O despertar um pae, que saboreia Entre os braços da morte o extremo somno, Já não é dado ao filial suspiro; Em vão o amante, ali, da amada sua De rosas sobre a c'roa debruçado, Régua de amargo pranto as murchas flores E a fria pedra: a pedra é sempre fria, E para sempre as flores se murcharam.
 
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