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Exercício de digitação: "Claridades do sul" António Gomes Leal

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Texto completo para praticar

Exercício de digitação: "Claridades do sul" António Gomes Leal

feche e comece a digitar
Eu te saúdo ó Sol, bello astro amigo! (Tão pontual há tantos centos de anos) Mais reluzente que um broquel antigo, Mais dourado que sceptros de tyranos; Avé, heroica luz! viva e sonora, Vestindo o mundo, enquanto aos céus erguidas, As florestas extensas dão gemidos, E o duro mar se chora! Eu te saúdo, ó astro das batalhas!... Por que através das suas dissensões, Douras o pó que se ergue das mortalhas. E levantas os nossos corações! E por isso, ainda hoje, e eternamente, Os românticos te hão de a te saudar, - E os tristes sempre irão, à luz poente, Ver-te morrer no mar! Tu és a Voz; a Côr; as Harmonias Acordam com as tuas claridades; És quem benze as aldeias e as cidades, E quem fases cantar as cotovias; És quem inspira estranhas teorias, És forte, são, consolador e bom! Tem a lua silêncios e elegias; - Mas tu a Côr e o Som! Eu te saúdo, ó astro dos guerreiros!... Eterno confessor de madrigais, Que degelar os densos nevoeiros, Que alegras as sonoras capitães; Que dás valor nos campos marciais, E força e amor aos aldeões trigueiros, E que incitas os tigres carniceiros A beber nos caudais! Desde a Chaldea ás tristes solidões, Tens tido cultos, templos levantados, E velhos ritos bárbaros sagrados, E alegres, sensuais religiões!... Tu foste Mithras, nome cabalístico, Baal, Agni, Apollo (invocações) - E hoje Christo - teu nome oculto e místico - Fere ainda os corações! Quem contará, ó luz, tuas bondades?... E o amor no qual o coração abrasas, E as tuas funerais solemnidades Á ideal palpitação das asas?... Quem nos livra das flechas do pecado? Quem faz na íntima terra o diamante? Quem gera o monstro, a pomba, o lyrio amado, E a ideia extravagante? Ave! pois, isto caro dos valentes... Da Força, Vida, Glória, da Paixão, A flexa de ouro aos corações ardentes, Astro amigo das lutas e da Acção! Ave! e em dias cruz da expiação Vai, e beija - nas hervas reluzentes - Os que morrem, vencidos combatentes, - A espada ainda na mão!
 
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